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MINICURSOS

O minicurso visa discutir as raízes, lógicas e consequências da crise política brasileira iniciada com as jornadas de junho de 2013. A partir de uma nova literatura da ciência política (Marcos Nobre, Leonardo Avritzer, Jessé Souza, André Singer, Luiz Felipe Miguel e Wanderley Guilherme dos Santos) e dos debates realizados no LEPEM (Laboratório de Estudos sobre Política, Eleições e Mídia da UFC) serão discutidos brevemente: os dilemas do presidencialismo de coalizão, as manifestações políticas, o ativismo do Judiciário, o papel da classe média, os entraves do sistema partidário e as ações da imprensa (2013-2017). As questões que deverão nortear o minicurso: Qual a natureza dessa crise política? O que ela informa sobre o nosso modelo de representação e seus entraves? Quem são os artífices da crise? O objetivo da atividade será produzir um olhar sobre as singularidades e desafios da crise política brasileira, destacando seus principais atores, estratégias e interesses em disputa. Acredita-se que a pesquisa científica e a reflexão acadêmica podem contribuir consideravelmente para pensar criticamente os dilemas políticos contemporâneos, uma vez que a universidade tem papel fundamental no debate político democrático, inserindo-se, dessa forma, na área temática de Pós-Graduação e Pesquisa (Ciência Política e Relações Internacionais). O minicurso divide-se em dois momentos interligados: I) Exposição da literatura sobre a crise política - II) Debate em torno das principais teses apresentadas.
Ministrantes: José Cleyton Vasconcelos Monte e Marcia Paula Chaves Vieira
DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00 LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 02

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 8

Este minicurso tem como objetivo discutir os dilemas teóricos e empíricos vivenciados por jovens pesquisadores e pesquisadoras no campo das ciências humanas, apontando possíveis caminhos e estratégias científicas que contribuam para o fortalecimento da formação de pesquisadore(a)s nesse campo acadêmico. Parte-se do pressuposto de que o(a)s jovens pesquisadore(a)s enfrentam obstáculos de ordem epistemológicas e empíricas no campo da pesquisa em virtude da carência de aprofundamentos epistemológicos no campo da formação de pesquisadore(a)s. Busca-se, assim, realizar atividades e debates em torno de dilemas e questionamentos frequentes apresentados por jovens pesquisadore(a)s nas ciências humanas. Desse modo, o minicurso visa constituir-se como um espaço de problematização e de reflexões sobre possíveis estratégias formativas de pesquisadore(a)s. As atividades seguirão a seguinte procedimento metodológico: (1) apresentação de questões e dilemas comuns a jovens pesquisadore(a)s; (2) debate problematizando as questões apresentadas; (3) apresentação de possíveis caminhos e estratégias. Foco das atividades propostas será a definição do objeto de estudo, os obstáculos enfrentados no processo de elaboração de projetos de pesquisa, como também, questões referentes às atividades teóricas e empíricas que constituem o percurso investigativo. Assim, temáticas como: a escolha do objeto de estudo; o aprofundamento teórico (epistemológico) e empírico sobre pesquisa e sobre a temática a ser investigada; a elaboração (escrita) do projeto de pesquisa e a imersão sobre os procedimentos metodológicos são temáticas a serem abordadas. Parte-se do pressuposto de que essas questões são fundamentais na formação inicial de pesquisadore(a)s, uma vez que se constituem como processos essenciais a todo processo de pesquisa.
Ministrantes: Alexandre Martins Joca, Elzanir Dos Santos e Kássia Mota De Sousa
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 03 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 22

No estudo metodológico o pesquisador tem como meta a elaboração de um instrumento confiável, preciso e utilizável. As tecnologias educacionais são exemplos desses instrumentos, e elas objetivam auxiliar nas atividades de ensino-aprendizado. Por vezes, as tecnologias supracitadas são produzidas e difundidas sem prévia validação. Isso acontece, porque muitos profissionais da saúde não sabem realizar o processo e desconhecem sua necessidade. Partindo dessa perspectiva, o minicurso proposto tem como objetivos definir o estudo metodológico, identificar os tipos de tecnologias, analisar as fases desse tipo de estudo. O minicurso será divido em três momentos. No primeiro momento ocorrerá um acolhimento. O segundo momento será o da aula expositiva que abordará as noções básicas sobre os estudos metodológicos voltados para tecnologias educativas. No terceiro momento ocorrerá a demonstração de algumas tecnologias criadas no departamento de enfermagem da UFC. Diante do que foi exposto e considerando a importância da construção de materiais válidos e sua importância direta na assistência esse minicurso busca incentivar jovens investigadores na elaboração de tecnologias para melhorar a saúde da população em geral, buscando, dessa maneira, “Investigar para transformar”, gerando assim uma assistência eficaz e baseada em pressupostos científicos validos.
Ministrantes: Ana Cristina Oliveira Barreto, Essyo Pedro Moreira De Lima e Thais Rodrigues Paula
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 04 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 8

O objetivo da presente proposta de minicurso consiste em conhecer os conceitos da Avaliação da Aprendizagem, considerando o contexto da modalidade a distância e suas particularidades. Na formação também trabalharmos as principais ferramentas do Ambiente Moodle relacionadas ao processo de avaliação da aprendizagem, partindo do diagnóstico inicial de estudantes até seu processo de certificação, contemplando as práticas avaliativas processuais. Entendemos que a crescente demanda por cursos na modalidade de Educação a Distância e à dinamização do mercado de trabalho, percebe-se como necessária adaptação dos processos avaliativos ao atendimento das particularidades de processos formativos variados. Este minicurso apresenta as características de avaliação da aprendizagem, considerando o contexto da educação a distância, demonstrando aplicações possíveis para práticas avaliativas de forma a garantir a eficácia dos cursos na construção dos conhecimentos propostos. Atualmente o Ambiente Virtual de Aprendizagem Moodle apresenta ampla variedade de ferramentas de comunicação e interação. Agregadas as configurações de cada atividade é possível gerir opções para avaliação de estudantes, considerando diferentes metodologias, técnicas, escalas e referenciais. A diversidade de parâmetros pode ofuscar gestores e docentes, e o domínio técnico dessas opções ficam reservados a profissionais que pouco dialogam com as equipes educacionais. Assim, conhecer as potencialidades dos recursos avaliativos em Ambientes Virtuais de Aprendizagem passa a ser oportuno para potencialização de práticas pedagógicas. Processos avaliativos bem constituídos irão permitir a tomada de decisão de docentes, criando cenários cada vez mais favoráveis para o desenvolvimento da aprendizagem dos estudantes na educação a distância. Nesse minicurso serão apresentados os recursos para diagnóstico, acompanhamento e certificação de estudantes por meio das ferramentas avaliativas disponíveis no Ambiente Moodle, proporcionando um percurso completo do ingresso até a saída dos de estudantes em um curso.
Ministrantes: Igor Lima Rodrigues, Alana Dutra Do Carmo e Natalia Castelo Branco Dantas
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 05 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 25

A proposta de minicurso trata-se dos fundamentos teóricos e práticos acerca da elaboração de mapas temáticos no âmbito da ciência cartográfica, que perpassa pelo entendimento da mesma como linguagem, por meio da combinação de símbolos tratados de forma sistemática. A necessidade de espacializar os fenômenos no mapa permite sintetizar o conhecimento e entender a realidade numa perspectiva sistêmica. Partindo dessa premissa o minicurso tem como objetivo geral desenvolver de forma sistemática elementos teórico-conceituais e práticos acerca da cartografia temática, comparando a representação espacial de mapas temáticos à realidade a partir de novas formas de estruturação gráficas. Por sua vez, os objetivos específicos traçados foram: apresentar os conceitos básicos relativos à cartografia temática (analógica e digital), os principais usuários e os tipos de mapas temáticos; diferenciar as escalas de observação e os elementos gráficos básicos dos mapas temáticos; exibir as principais convenções cartográficas e representações temáticas; exemplificar os conceitos discutidos por meio da elaboração de mapas temáticos, com análise voltada à compreensão dos usos em sala de aula. O conteúdo programático consta de quatro itens, quais sejam: 1) introdução ao curso; 2) comunicação gráfica em Cartografia; 3) elementos de um mapa temático; 4) métodos de representação de um mapa temático. Esses itens serão desenvolvidos durante as 4 horas de minicurso e estão distribuídos em 2 etapas, a saber: a) exposição do conteúdo do minicurso via aula expositivo-dialogada; b) realização de atividades práticas em SIG livre, com produção, análise e compreensão de mapas temáticos. Para operacionalização dessas etapas serão utilizadas as seguintes ferramentas: notebook, projetor de multimídia, quadro, pincel, apagador e artigos científicos. A execução da presente proposta fundamenta-se no fato de que a Cartografia Temática constitui ferramenta de suma importância para o estudo da dinâmica ambiental, posto que permita gerar prognoses geográficas integrais, aporte para o planejamento e desenvolvimento socioeconômico. Desse modo, a interpretação e análise para planejamento ambiental demandam utilização da Cartografia Temática, voltando-se para o conhecimento dos elementos geoambientais via programas computacionais, baseando-se na modelagem dos ambientes e a compreensão de determinados fenômenos e projeção de cenários futuros.
Ministrantes: Francilio De Amorim Dos Santos e Roneide Dos Santos Sousa
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 06 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 30

o objetivo deste minicurso é oferecer uma formação inicial em produção audiovisual sobre Cinema, Educação e Direitos Humanos. Isso porque as transformações que vêm se dando ao longo do tempo impactaram as esferas societárias em uma perspectiva global das mais variadas formas. Dentre elas, destacamos o cinema e a educação, que com as revoluções tecnológicas e o advento da modernidade fizeram emergir novas demandas e perspectivas para estes campos, como, por exemplo, a inclusão de discussões que pensem na equidade dos direitos e no estabelecimento de uma cidadania. Provocando nos sujeitos um senso de responsabilização e enfrentamento das condições atuais, para que estes possam usufruir de suas dignidades, em um mundo mais justo e igualitário. Para tanto, essa relação do cinema com a educação tem um papel fundamental, de criar a necessidade de os educadores vislumbrarem novas formas de trabalho, novas pedagogias, que sejam inventivas e dinâmicas e que pensem o aluno do século XXI dentro de seu contexto, que ouçam a sua voz e o leve a questionar o mundo a sua volta, vendo neste sujeito a capacidade de se educar por meio de práticas emancipadoras que proporcionem a construção do conhecimento. O minicurso acontecerá em duas perspectivas: produção audiovisual, por meio do dispositivo Minuto Lumière; e discussão dessa produção, pela forma como os atravessamentos possibilitam pensar a relação entre direitos humanos e cidadania. Esse dispositivo, em si, consiste na escolha de um plano que se quer filmar por mais ou menos 60 segundos. Contudo, não é simplesmente escolher e ligar a câmera, o participantes tem que se perguntar o porquê de estar filmando aquela cena, pessoa ou objeto. Questionar o posicionamento de seu material fílmico de forma que a sua produção ganhe significado, estando atento para o que se quer e o que não quer enquadrar. E por fim, tem-se como sugestão que todo o material produzido seja analisado e discutido a luz de questões voltadas para a Educação em Direitos humanos.
Ministrantes: Samuel Pires Melo, Ullyane Frazão Santana e Silvana De Carvalho Martins
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 09 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 21

O minicurso aqui proposto visa estimular a iniciação em pesquisa científica e desenvolver habilidades relacionadas à escrita de projetos nos pesquisadores principiantes. Será ministrado, para isto, o seguinte conteúdo programático: I. Definição e aplicações de um projeto de pesquisa: como planejar, organizar e desenvolver um projeto de pesquisa científica. II. Os elementos estruturais do projeto de pesquisa: as etapas que compõem um projeto. III. A organização do texto científico: normas básicas da ABNT para a escrita do projeto. IV. Dicas básicas para a boa escrita do projeto de pesquisa. A metodologia utilizada será de aula expositiva em slides. Esta proposta ganha importância não somente pelo fato de abranger as mais diversas áreas de estudo contempladas pelo evento, com foco para o público de iniciação científica, mas principalmente porque trata de conhecimento essencial em qualquer processo de investigação científica.
Ministrantes: Vívian Larissa Alves Araújo Arraes e Mara Rosalia Ribeiro Silva
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 10 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 9

O minicurso “Contar história para gostar de ler” será espaço de sensibilização poética para a literatura. As histórias serão artefatos para a inclusão, a imaginação e a fruição na leitura. Objetiva-se propiciar subsídios teóricos e práticos para ampliar o repertório e domínio teórico, bem como as habilidades dos participantes para contar histórias; valorizar as manifestações culturais populares e oportunizar a ampliação do potencial criativo dos participantes para a narração de histórias. Entende-se que desenvolver habilidades voltadas para a contação de histórias possibilita despertar o apreço pela leitura, fundamental na formação de um professor. O minicurso será um espaço de formação e reflexão crítica, pela sensibilização poética, sobre o ensino da leitura. A abordagem metodológica desta iniciativa que visa aprofundar os conhecimentos teórico-práticos relacionados à contação de histórias é qualitativa, por se tratar de processo formativo que envolve aspectos subjetivos e comportamentais (TRIPP, 2005). Será desenvolvido em quatro momentos específicos: inicia com dinâmica de apresentação, realizada em atividade cantada; em seguida, haverá breve aprofundamento do referencial teórico sobre contação de histórias, pelo estudo crítico de autores como Machado (2015), Moraes (2012), Sisto (2012) e Tierno (2010), com uso de slides em exposição dialogada. No terceiro momento haverá sessões de leitura de histórias individuais e coletivas, pelos participantes, com uso de histórias e estratégias específicas para as performances, seguidas de discussão sobre o uso de histórias em sala de aula como estratégia de leitura. No final, haverá uma contação de histórias pelas facilitadoras, para encerrar e avaliar o momento. Espera-se que, ao término do minicurso, os sujeitos envolvidos sintam-se motivados a desenvolver estudos teórico-práticos relacionados à contação de histórias.
Ministrantes: Maria Do Socorro Lima Marques França, Maria De Lourdes De Azevedo De Paula e Talita De Sousa Araújo
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 11 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 10

No Brasil, durante décadas, o ensino da Geometria ficou em 2º plano, com a valorização excessiva de conceitos referentes a Números e Operações. Com bastante frequência, os assuntos de Geometria – Espaço e Forma – vinham apenas no final do livro, contribuindo, assim, para que os discentes não os estudassem, pois, muitas vezes, o professor não conseguia apresentar todo o conteúdo que antecedia o referente à Geometria. Com a publicação dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, a Geometria passou a ser apresentada em todo o livro didático. Na Educação Infantil, por vezes, o ensino de Geometria é limitado à identificação pelas crianças de figuras geométricas planas – círculo, triângulo, quadrado e retângulo – com a utilização dos Blocos Lógicos, um conjunto de 48 (quarenta e oito) peças que possuem quatro variáveis: tamanho, espessura, cor e forma. É bastante comum as pessoas, inclusive profissionais que atuam na Educação Infantil e nos anos iniciais do Ensino Fundamental, dizerem, erroneamente, que as formas dos Blocos Lógicos são círculo, triângulo, quadrado e retângulo! Na verdade, essas figuras são a base de cada bloco, cujos nomes corretos são, respectivamente, cilindro, prisma triangular com faces retangulares, prisma quadrangular com faces retangulares e prisma retangular (paralelepípedo). Para sanar esse equívoco conceitual, Barguil (2016) criou o Fiplan, implementando duas alterações em relação aos Blocos Lógicos: i) o critério espessura, relacionado à tridimensionalidade, foi excluído; e ii) no critério tamanho, foram incluídas três grandezas. O Fiplan é conjunto de 60 (sessenta) peças de figuras planas – as quais se diferenciam por 3 (três) atributos: formato (círculo, triângulo, quadrado e retângulo), cor (amarelo, vermelho e azul), tamanho (muito pequeno, pequeno, médio, grande e muito grande) – destinado para o ensino e a aprendizagem de Geometria na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. A oficina terá um conjunto de atividades: roda de conversa, sondagem de conhecimentos, dinâmica de grupo, exposição dialogada, discussão teórica e avaliação.
Ministrantes: Jeriane Da Silva Rabelo, Keller Barroso Teixeira e Tauane Gomes Moreira
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 12 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 25

A construção de instrumentos funcionais para fins de pesquisa se configura como importante aspecto a ser considerado quando se elabora um estudo. Na área da saúde em especial algumas questões devem ser dispostas de forma clara para que a análise seja efetuada corretamente, devendo o pesquisador atentar para os diferentes tipos de variáveis e as implicações que podem ter para o estudo. Para uma análise inequívoca deve-se priorizar o uso de métodos estatísticos que garantem maior conformidade entre dados e conclusões. Uma possibilidade é o uso do programa estatístico Statistical Package for the Social Sciences (SPSS) para a análise de dados. O minicurso tem por objetivo oferecer bases para a construção de instrumentos para pesquisa alinhados às possibilidades que o SPSS traz, fornecendo conceitos primários de variáveis e de possibilidades relacionadas a estudos descritivos e correlacionais básicos. A atividade será realizada em dois momentos, inicialmente com explanação acerca do Programa e algumas possibilidades de uso. Após isso serão explicadas noções para a construção de variáveis dentro do SPSS que possibilitem a inserção de diferentes tipos de dados dando exemplos práticos de uso em pesquisa. Também serão abordados modos de se solicitação de estatísticas descritivas e correlacionais, bem como alguns testes estatísticos primordiais à compreensão de algumas questões. No segundo momento os facilitadores disporão os participantes em grupos e construirão um modelo de instrumento, dados e estatísticas para que todos possam fixar o aprendizado. Como resumo os grupos apresentarão brevemente seus resultados, tendo a oportunidade de sanarem eventuais dúvidas. A compreensão de aspectos básicos do SPSS agregará maior conhecimento aos participantes acerca do uso de programas estatísticos para fins de pesquisa, bem como fomentará o interesse a buscar maior conhecimento acerca desse uso. A atividade tem relação com a proposta do evento por fomentar o interesse à pesquisa e ampliar o aprofundamento teórico, favorecendo a inovação e o uso racional de tecnologias disponíveis.
Ministrantes: Igor De Freitas, Ana Cristina Oliveira Barreto e Essyo Pedro Moreira De Lima
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 13 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 8

Este minicurso foi elaborado dentro da área temática das ciências biológicas aplicada a pós-graduação e pesquisa, tendo como objetivo relatar os efeitos neuroprotetores de diferentes fármacos nas alterações neuroinflamatórias e neurodesenvolvimentais induzidas por ativação imune viral. Serão apresentadas as seguintes etapas: ativação neuroimune, neuroinflamação e fármacos neuroprotetores. Este minicurso irá expor a relevância da investigação farmacológica na transformação, aperfeiçoamento e redirecionamento de novos fármacos úteis para o tratamento das patologias do sistema nervoso central. Os dados expostos são baseados em resultados de pesquisas desenvolvidas para descobrir os mecanismos neuroprotetores de diferentes fármacos em modelos experimentais neuroinflamatórios induzidos pela exposição ao vírus mimético poly I:C. Serão apresentados modelos experimentais pré-clinícos. Os procedimentos realizados nestes modelos foram conduzidos de acordo com o Cômite Brasileiro de Experimentação Animal (COBEA), bem como o Guia de Cuidados com animais de laboratório (OLFERT et al .,1993). O Comitê de ética e pesquisa da Universidade Federal do Ceará aprovou o estudo com seguinte número de protocolo 33/13.Os produtos químicos utilizados nas pesquisas foram adquiridos da Sigma-Aldrich, EUA. Todos os componentes de meios de cultura foram adquiridos da Thermo Fisher Inc., Waltham, MA, EUA. A pesquisa foi financiada pelo CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Os seguintes parâmetros foram avaliados, sendo apresentados de acordo com as técnicas em parênteses: NFkBp50 e iNOS (imunofluorescência), ativação microglial – Iba 1 (imunofluorescência) memória e adaptação (Y-maze e IPP) NFkBp65 (imunoblot) , IL-6 (técnica de ELISA ) fator neurotrófico derivado do cérebro – BDNF (técnica de ELISA). Todos os resultados serão apresentados com média ± erro padrão da média (SEM). Valores de P ≤ 0,05 foram considerados estatisticamente significativos. As análises de dados foram realizadas pelo Software GraphPad Prism, versão 6.0 para Windows (San Diego, Califórnia, EUA).
Ministrantes: Bruna Mara Machado Ribeiro, Adriano José Maia Chaves Filho e Deiziane Viana Da Silva Costa
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 14 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 9

A diversidade de jovens alunos nas escolas de ensino médio nas últimas décadas trouxe novos desafios ao processo de ensino-aprendizagem relativo à sociologia. Estes atores sociais que integram a escola pública trazem consigo múltiplas experiências sócio-culturais (Dayrell, 2010) e narrativas que vão além do instituído em diretrizes e documentos normativos como os PCN’s (1999) e as OCN’s (2006). O tornar-se aluno ganha outros significados, que não consiste apenas em seguir modelos pré-estabelecidos, mas em construir no cotidiano escolar sentidos para suas experiências e conhecimentos disciplinares. Nesta perspectiva esta proposta de minicurso tem como objetivos: 1) Apresentar aos professores da educação básica e aos licenciandos de sociologia interpretações acerca das diferentes concepções de juventudes, com ênfase na relação do jovem com a escola de ensino médio. Parte-se da representação de juventude como construção sócio-cultural e histórica (Levi e Schmitt, 1996; Pais, 2003) cuja heterogeneidade é recortada por questões relacionadas à etnia, classe, gênero, escolaridade e territorialidade rural e urbana. (Bourdieu, 1983). 2) Destacar narrativas autobiográficas como dispositivos de formação, “estranhamento” e “desnaturalização” (OCN’s, 2006) da realidade social de jovens alunos. As narrativas de si e da relação com o outro a partir destes dois princípios epistemológicos do ensino de sociologia possibilitam reflexões sobre o senso comum e o meio social, bem como sobre a relação entre história, estruturas e trajetórias individuais. Trata-se de um exercício de suspensão, visando à reconstrução de aprendizagens e de práticas questionadoras. (Rower, Cunha, Passeggi, 2015). As experiências de trajetórias de escolarização de jovens do ensino médio, em relação com seus contextos sociais e projetos de futuro, serão também instigadas neste minicurso. Num terceiro momento será realizada uma atividade interventiva com os participantes, tendo a imagem como recurso didático- metodológico. A partir da apreciação do documentário “Nunca me sonharam”, (Brasil, 2017), será realizado um debate seguido de produção textual.
Ministrantes: Maria Alda De Sousa Alves e Joana Elisa Röwer
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 15 DATA:13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 29

Historicamente, a formação dos profissionais de saúde, não diferente de outras áreas do conhecimento, tem se restringido à ação docente de transmissor de conteúdos, enquanto que ao discente, cabe a retenção e repetição destes, de modo passivo e sem a necessária crítica e reflexão. A utilização de metodologias ativas de ensino sugere que o discente seja protagonista de seu processo de aprendizagem, enquanto os docentes assumem o papel de facilitadores ou mediadores. Sua implementação supõe a confrontação de diversos desafios, desde a organização das instituições e das grades curriculares, até a aceitabilidade das práticas pelos professores e alunos. Na atualidade, os meios de comunicação e as novas tecnologias estão potencializando a percepção de um mundo interligado e dinâmico, onde as relações estão em constante transformação. Assim, na área da saúde, têm-se apontado caminhos inovadores para a formação e capacitação de profissionais, de modo a instrumentalizá-los nos aspectos técnicos, éticos e políticos para a transformação de processos de trabalho arraigados em princípios fragmentados e tecnicistas do cuidado. A proposta do minicurso é apresentar e discutir os pressupostos das metodologias ativas para a formação do profissional de saúde, com base nas experiências das facilitadoras e na literatura vigente voltada para a formação de facilitadores e as práticas pedagógicas em saúde. Também objetiva discutir as potencialidades e fragilidades desses métodos. O público-alvo da proposta são acadêmicos, pós-graduandos (mestrandos e doutorandos), além de profissionais e demais interessados no tema. Todo o material de formação, escrito e digital, é de responsabilidade das facilitadoras. Por fim, o minicurso pretende apresentar as metodologias ativas de aprendizagem como uma forma de articulação entre a teoria da sala de aula e a realidade vivenciada na prática, tornando o discente capaz de compreender, intervir e mudar essa realidade, tornando-se sujeito do processo.
Ministrantes: Susy Maria Feitosa De Melo Freitas, Dyana Mirelle Cunha Santos Pinheiro e Vivian Saraiva Veras
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 16 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 9

Desenvolver dispositivos e sistemas que produzam energia elétrica à partir da pressão mecânica; trabalhando o ensino de energia sustentável a partir do contexto de convivência com a seca. Transversalizar o ensino do desenvolvimento prático de tecnologia limpa focado na solução de problemas reais.
Ministrantes: Ian Mateus Torres Pompeu, Antônio Joel Ramiro De Castro e João Lucas Cruz Lopes
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 17 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 21

O minicurso tem como objetivo apresentar algumas contribuições da Psicologia Histórico-Cultural para a Educação Infantil, partindo da sua compreensão acerca do desenvolvimento psíquico da criança. Para tanto, tomamos o pressuposto presente na Psicologia Histórico-Cultural de que o desenvolvimento psíquico dos indivíduos está diretamente relacionado com o desenvolvimento histórico-social da humanidade. Nessa direção, para compreender o desenvolvimento da criança, segundo essa perspectiva, é preciso levar em conta o contexto social no qual está inserida e o lugar que ela ocupa nas relações sociais. Nesse sentido, abordaremos, no primeiro momento de nosso minicurso, os estudos de Vigotski, Luria e Leontiev sobre o desenvolvimento da psique infantil, especialmente a constituição das funções psíquicas superiores, a formação de conceitos e as atividades principais. No segundo momento, destacaremos suas contribuições para a Educação Infantil, trazendo também o trabalho desenvolvimento pela Alessandra Arce e por outros estudiosos da Psicologia Histórico-Cultural, os quais apresentam importantes análises sobre a Educação Infantil na atualidade e formulações teórico-metodológicas para o trabalho pedagógico com crianças. A avaliação se dará por meio da participação e da elaboração de um painel temático pelos participantes.
Ministrantes: Natalia Ayres Da Silva e Samantha Macedo Lima
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 18 DATA:13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 6

A despeito dessa condição do Cordel, como veículo e expressão da identidade nordestina, por muito tempo, as instituições de Ensino Superior no Brasil mostraram-se refratárias, no que se diz respeito à inclusão do Cordel como objeto científico de estudo. Felizmente, assistimos, nos últimos anos, ao crescente interesse dos pesquisadores. Para o pleno alcance desse horizonte de trabalho, várias ações serão encampadas pela, incluindo a continuidade das atividades de pesquisas, a criação de encontros científicos, a produção de trabalhos acadêmicos, sobre o Cordel, e a socialização, nas escolas de Ensino Fundamental e Médio de Fortaleza-CE, de saberes obtidos com o estudo continuado da Literatura de folhetos. O projeto tem como alvo precípuo ampliar o espaço de debates sobre esse gênero poético, atendendo, assim, uma demanda crescente por parte dos pesquisadores. Para o pleno alcance desse horizonte de trabalho, várias ações serão encampadas pelos participantes do projeto, incluindo o conhecimento teórico-histórico sobre o Cordel; exercícios de Cordel e, ao fim, uma produção de um Cordel e a socialização, junto as escolas de Ensino fundamental e Médio, de saberes obtidos com o estudo continuado da Literatura de folhetos. Possibilitar a abertura de outro espaço, para o conhecimento e para a leitura do Cordel nordestino, bem como para discursões e para a produção científica em torno desse tipo de poesia popular, de modo a incentivar a leitura e, principalmente, o estudo do Cordel. Formar novos leitores, pesquisadores e professores especialistas em Cordel, de modo que eles possam não só preservar a memória da Literatura de Cordel, mas também capacitar novos leitores dentro e fora da universidade. Compreender as articulações entre memória e identidade na Literatura de Cordel e em outras expressões da Literatura Popular, sejam elas escritas ou orais, no âmbito do processo de construção da identidade de grupos sociais, tendo como referência aspectos vinculados com os conceitos de classe, gênero, etnicidade, etc.
Ministrante: Arusha Kelly Carvalho De Oliveira
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 19 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 12

Desde os anos 90, com a criação do Sistema de Avaliação da Educação Básica - SAEB, estudantes brasileiros participam de avaliações externas às instituições escolares nas disciplinas de língua portuguesa e matemática. Estas avaliações objetivam diagnosticar a qualidade do ensino e consequentemente subsidiar implementações de políticas públicas. As avaliações em larga escala utilizam, mais frequentemente, testes compostos por itens de múltipla escolha por meio dos quais apenas uma habilidade é avaliada. A elaboração desses itens seguem técnicas próprias e requer que os elaboradores tenham domínio do conteúdo avaliado, dentre outras habilidades pertinentes às características de um bom elaborador. Desse modo, este minicurso objetiva oferecer subsídios técnicos e metodológicos para que alunos, professores e estudantes em geral possam desenvolver habilidades de elaborador de itens de Matemática nos moldes das avaliações externas para alunos de 5º ano do Ensino Fundamental. Conhecer técnicas de elaboração de itens permitirá ao educador dispor de conhecimentos pertinentes à prática docente escolar, já que as avaliações externas tornaram-se uma constante no contexto educacional. Além disso, a prática de avaliações diagnósticas permite o acompanhamento dos conhecimentos desenvolvidos pelos estudantes, possibilitando uma prática docente mais eficaz. Os professores podem fazer uso de avaliações diagnósticas para desenvolver estratégias de acordo com a necessidade de seus educandos. O minicurso, com duração de quatro horas, seguirá as seguintes etapas: 1) Breve reflexão sobre o uso das avalições externas e a relação com a qualidade educacional; 2) Características das avaliações diagnósticas; 3) Técnicas de Elaboração de Itens; 4) Oficina de elaboração de itens.
Ministrante: Marta Maria Dos Santos Dantas Nagila Rabelo De Lima
LOCAL: Prédio A – Térreo – Sala 20 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 19

Este minicurso tem por objetivo apresentar uma proposta de desenvolvimento de escrita criativa (auto)biográfica sob uma perspectiva intertextual. Parte-se de uma breve reflexão sobre o tratamento dado ao ensino de escrita na escola, seguida da apresentação de um modelo de ensino de escrita que se fundamenta na crença de que, para se formar escritores, é necessário adotar os mesmos processos vivenciados pelo escritor profissional, desde a escrita do primeiro esboço até a publicação de sua obra. À luz dos pressupostos teóricos apresentados por Meurer (1997) e Calkins (1989), busca-se apresentar a abordagem de Calkins (1989) para o ensino da escrita, valendo-se da sequência didática (SD) desenvolvida por Santos (2015), que envolve os seguintes procedimentos: escolha do tópico de escrita, preparação do esboço inicial, reescrita, revisão e edição, processos mediatizados pela contribuição do leitor através de conferências de escrita. Além desses processos, inclui-se a fundamental contribuição do professor-escritor para desenvolver em seus alunos a consciência de autor de seus textos como elemento motivador e valorizador do seu dizer. Nesse sentido, este minicurso tem a seguinte organização: a partir da leitura de uma narrativa (auto)biográfica, convidaremos os cursistas a produzir suas narrativas, imprimindo ao texto suas experiências de vida. Por fim, realizaremos as conferências de escrita em grupos, para que o texto produzido seja submetido ao olhar de outros leitores, a fim de que a escrita possa ser aprimorada. Feito isso, apresentaremos os demais procedimentos de escrita e encerraremos o minicurso apontando caminhos para que os textos produzidos sejam publicados. A partir de oficinas similares a esta, desenvolvidas em diferentes instituições de ensino do Ceará, observamos que esta metodologia permite aos jovens escritores expressar sua subjetividade e permitiu-nos comprovar, em diferentes contextos, que o trabalho com o ensino de escrita voltado às práticas letradas existentes na sociedade permite aos alunos se reconhecerem como escritores. Tais jovens atribuíram significado ao ato de escrever, engajaram-se, mobilizaram saberes a fim de auxiliarem uns aos outros e desenvolveram estratégias de apropriação do discurso escrito, competências necessárias para transitarem e se inserirem na sociedade letrada.
Ministrantes: Paula Perin Dos Santos e Francisco Rogiellyson Da Silva Andrade
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco C - Sala 01 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 15

Considerando a atual conjuntura, em que a sociedade vivencia um aprofundamento na precarização dos direitos sociais, consideramos a necessidade de realizar uma discussão/problematização a respeito das relações entre educação e política, com a expectativa de auxiliar educadores na busca de uma compreensão mais sistemática e crítica das teorias da educação, e como estas chegam às salas de aula dos dias atuais. Em seguida apresentamos experiências de práticas educativas revolucionárias, trabalhando os letramentos de reexistência produzidos em lócus periféricos e as práticas realizadas a partir do uso da ferramenta educacional “Inventário da Realidade”. Essas duas experiências serão expostas usando estratégias de vivências compartilhadas e dinâmicas de interação. Como momento síntese, cada participante construirá uma proposta de atividade educacional revolucionária (possível para a prática decente) a partir do uso do inventario da realidade. Esse minicurso traz contribuições à formação profissional crítico-reflexiva dos educadores, ao apontar e discutir possibilidades práticas de docência pautada na Pedagogia Revolucionária, que dialoga diretamente com a temática central da edição de 2017 do III ENCONTRO INTERNACIONAL DE JOVENS INVESTIGADORES (EDIÇÃO BRASIL) “Investigar para transformar”. Contribuindo para o enriquecimento dos debates necessário na formação de professores que atuam na escola capitalista, em sistemas educacionais problemáticos onde se exige atuação critica. Além disso, propõe possibilidades de desenvolver processos formativos críticos, possibilitando a formação de sujeitos capazes de lutarem pela transformação social, mostrando que outras formas de vida, para além do capital, são possíveis.
Ministrantes: Eloisa Rodrigues Pássaro, Antonio Oziêlton De Brito Sousa e Sandra Maria Gadelha De Carvalho
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco C - Sala 02 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 3

Família, pobreza e escola são parte de uma mesma realidade no contexto da educação pública no Brasil. Nesse país, aproximadamente, metade dos alunos da escola pública são beneficiários do Programa Bolsa Família – PBF, essa situação se agrava no Nordeste, e no Ceará, por exemplo, uma terça parte da população é beneficiária do PBF. Logo, a grande maioria dos alunos da escola pública são pobres e extremamente pobres. No entanto, a discussão sobre a existência da pobreza como uma questão social, que perpassa o cotidiano escolar e possui relação direta com o processo de ensino e aprendizagem, ainda é incipiente. Arroyo (2014) chama a atenção de que, comumente, o entendimento sobre a pobreza é carregado de estereótipos e o uso do termo é reproduzido sem um questionamento do real significado do que é ser pobre. Essa leitura leva a uma percepção moralista da pobreza, ou seja, o entendimento de que as pessoas são pobres porque querem, porque não trabalham, porque não se dedicam. Essas leituras negligenciam a existência da pobreza como um problema estrutural de desigualdades nas condições de vida dos diversos grupos sociais. Antes da universalização da educação básica, no Brasil, os pobres que frequentavam a escola, na sua maioria, desejam estudar e seus pais tinham interesse de ver os filhos progredirem nos estudos. Essas características facilitavam o processo de aprendizagem e o trabalho docente, pois pais e alunos percebiam a escola como uma experiência necessária para suas vidas. Entretanto, após a universalização do ensino e a implementação do Programa Bolsa Família, que condicionou o recebimento do benefício à frequência escolar, a escola passou a receber um público oriundo de famílias pobres e extremamente pobres, na sua maioria não alfabetizadas, e que percebem a escola como um meio para receber o benefício do governo e não como uma possibilidade de melhoria das suas condições de vida. Diante deste contexto, os docentes precisam refletir sobre o que é viver em extrema pobreza e de como isso pode afetar a aprendizagem dos alunos nessa condição. Por exemplo, na fase de letramento é importante destacar a existência de diferenças no aprendizado entre as crianças cujos pais leem e àquelas cujos pais usam o jornal para embrulhar peixes. Neste sentido, é um desafio ser docente, compreender a diversidade de experiências prévias dos escolares, mas principalmente tornar significativa a aprendizagem. Nessa perspectiva, de pobreza e letramento, é preciso a compreensão do universo social e cultural das crianças e de como esse local que elas ocupam pode facilitar, ou não, a construção de leitores. Se a criança não possui, na família, um espaço favorável para o desenvolvimento da leitura e da escrita, é preciso que, pelo menos, na escola se crie um ambiente favorável para a alfabetização. Considerando a necessidade de uma reflexão sobre a relação da pobreza com o processo de ensino e aprendizagem de crianças, a presente proposta pretende refletir sobre a relação entre docência e pobreza na educação infantil e nos anos iniciais do ensino fundamental, com enfoque para o ensino público. A proposta é problematizar sobre até que ponto uma reflexão sobre pobreza é importante para atuação docente na educação infantil e nos anos iniciais do Ensino fundamental. A proposta se justifica devido o assunto, ainda, ser pouco abordado nos cursos de licenciatura e na formação continuada de docentes. A metodologia empregada será de exposição oral e dialogada com estudo de casos. A presente proposta se insere na área temática “Práticas docentes”.
Ministrantes: Milena Marcintha Alves Braz, Antônia Ieda De Souza Prado e Kelma Lima Cardoso Leite
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco C – Sala 03 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 10

A continuada de professores é essencial para que haja uma eficácia nos processos de ensino e de aprendizagem. No entanto, percebe-se que essas formações deixam lacunas no que se refere aos conhecimentos dos conteúdos, no fazer pedagógico bem como não proporcionam mudanças nas crenças, nos sentimentos sobre determinadas disciplinas. Diante dessa necessidade, o presente minicurso pretende oferecer a professores que atuam no Ensino Médio da Educação Básica uma formação acerca da Sequência Fedathi (SF), uma proposta teórico – metodológica de ensino onde o professor assume um comportamento de mediador e incentivador da aprendizagem através da investigação. Tal metodologia considera preliminarmente, a análise teórica e a análise ambiental para a elaboração de sessões didáticas e se apresenta em 4 fases: tomada de posição, maturação, solução e prova. Para a fundamentação teórica e metodológica esse minicurso apoia-se nas ideias de Borges Neto (2013, 2017), Santos (2007), Sousa (2005, 2013, 2015), Pinheiro (2016) para apresentar a Sequência Fedathi, seu percurso histórico, conceito e fundamentação. A Sequência Fedathi é uma proposta teórico – metodológica, desenvolvida por Borges Neto (2001), onde propõe que os conhecimentos matemáticos ou outros saberes em sala de aula sejam ensinados pelo professor, baseados no desenvolvimento do trabalho científico de um matemático (a ‘méthode’, do matemático Renné Descartes), articulando tais ideias com as concepções sobre mediação, baseadas nos pressupostos teóricos de Vygotsky (SANTANA E BORGES NETO, 2003 apud SOUSA et al, 2013, p. 162). Objetiva-se nesse minicurso apresentar tal metodologia de ensino, discutindo e refletindo com os demais professores sua postura docente e os possíveis contributos desta à organização do seu planejamento docente. Para isso, serão discutidas as quatro fases da SF e a elaboração de sessões didáticas sob as diretrizes desta metodologia.
Ministrante: Iliane Maria Pimenta Rodrigues
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco C – Sala 04 DATA:13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 27

O presente minicurso trata sobre a construção do conceito de verdade, abordando o mesmo pela via diacrônica e sincrônica. Tem por objetivos: apresentar etimologicamente o conceito de verdade; discutir historicamente este conceito; distinguir as compreensões fundamentais de verdade. Partiremos da apresentação geral da proposta, entendendo que a verdade não pertence a ninguém, estando a mesma diante de nós, como algo a ser procurado e encontrado por todos (as) aqueles (as) que a desejarem e tiverem coragem para encontrá-la/construí-la. Após esta conversa introdutória, passaremos à discursão etimológica, histórica e de compreensão dos diversos conceitos sobre verdade, sendo que tudo isso é realizado com a ajuda de músicas, vídeos e textos. Este minicurso visa contribuir com a formação profissional e crítico-reflexiva na medida e perspectiva que busca dar um salto da doxa para a episteme e ainda saindo do campo da compreensão do senso comum da verdade como relação de correspondência para outras dimensões. Sendo assim, encontramo-nos em um campo de uma relação interdisciplinar que abrange várias áreas das ciências humanas e sociais, passando pela filosofia, teologia, sociologia, psicologia, antropologia etc, estendendo-se às outras áreas, tais como as ciências naturais e exatas, entendendo que é preciso tecermos redes de investigação e estas precisam ser colocadas e construídas a serviço de um intenso processo de transformação. Abordaremos autores tais como: Aristóteles, Agostinho, Tomás de Aquino, Descartes, Kant, Hegel, Marx, Freud, Nietzsche e Foucault. Estes autores formam o alicerce do minicurso, onde se passeia pela compreensão de verdade por correspondência, revelação, conformidade, fenomenológica, coerência, utilidade e parresista, fazendo uma proposta de entender e abordar a verdade, alterando a compreensão de verdade como sendo uma relação entre ideia e realidade para a verdade como paradigma, em que a relação existente se dá entre ideia e fenômeno.
Ministrante: Everton Nery Carneiro
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco C – Sala 05 DATA:13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 23

O mundo contemporâneo está exigindo dos indivíduos um comportamento autônomo, com competências múltiplas, que saibam trabalhar em equipe, que tenham capacidade de aprender e adaptar-se a novas e complexas situações, enfrentando desafios de modo a promover transformações econômicas e sociais. Essa realidade encontra amparo no empreendedorismo como fator chave para o crescimento econômico, criação de empregos, renda e estabilidade social. Para isso, é necessário elaborar um modelo de negócio e o Canvas é uma metodologia que permite conceber projetos em uma única página e transformá-los em agentes de inovação, e mais do que isso, permite tecer redes empreendedoras e engajar todos os interessados, aumentando o comprometimento e a produtividade. Além disso, é uma ferramenta ágil e flexível por se tratar de um diagrama visual em que é possível avaliar um negócio, integrando escopo, tempo, requisitos e stakeholders. facilitando sua compreensão e justificativas de cada etapa. Nesse contexto, o objetivo do minicurso é utilizar o Canvas para demonstrar como elaborar um modelo de negócios, para a criação de um empreendimento inovador, analisando as principais variáveis envolvidas neste processo, proporcionando conhecimentos ao empreendedor. Desse modo, conceituar o Canvas, demonstrar como: elaborar a proposta de valor, segmentar os clientes, escolher os canais, relacionar-se com clientes. Descrever: as atividades-chave, os recursos e parcerias principais. Além das fontes de receitas e estrutura de custos. Portanto, este minicurso sobre o Canvas possibilitará uma visão sobre empreendimentos por oportunidade que respondam rapidamente às demandas de mercado, pela facilidade de elaboração ao colocar ideias no papel, inovar e enriquecer projetos, mostrar os elementos do negócio, pensar estratégias para conquistar mercado, repensar processos para aumentar vendas e reduzir custos, de modo a conseguir eficiência, eficácia e efetividade no mundo dos negócios.
Ministrantes: Maria Do Socorro De Assis Braun e Dimas Augusto De Vasconcelos
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco C – Sala 07 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 18

O humor e a música foram e são fenômenos presentes em variadas configurações sociais e históricas e podem, assim, serem tomados como fenômenos humanos e universais. Contudo, para as sociedades modernas de consumo de massa o humor e a música adquirem formas de produtos artísticos a serem comercializados. O fato é que cada configuração sociocultural particulariza as formas de produção, circulação e consumo desses produtos artístico-culturais. Neste sentido, os usos e as articulações das “identidades” podem ser percebidos como uma estratégia no espaço global que, independentemente de sua intencionalidade, lhe confere um ganho simbólico em suas produções artísticas. A presente proposta de minicurso é a de discutir as práticas culturais de produção e de consumo do humor e da música no Ceará. Todavia, trataremos de tipos de humor e de música vistos (e vendidos) como parte constituinte da identidade cultural do povo cearense. Entre várias outras discussões, a proposta será partir da música e do humor como uma forma de comunicação e de linguagem, a qual influencia diretamente a circulação de ideias, valores, sentimentos e pensamentos na sociedade. Em um primeiro momento os professores realizarão uma exposição dialogada sobre o tema “humor, música e cultura no Ceará”. A seguir, os professores convocarão o público assistente para compartilharem suas possíveis experiências de estudo, ensino e pesquisa sobre a temática ou para apresentarem seus interesses em fazer o minicurso. Por fim, haverá a indicação de bibliografia e a demonstração das atuais áreas de investigação acadêmica e de atuação artístico-profissional que envolvem o tema. Este minicurso tem, certamente, a possibilidade de despertar interesses em estudantes de iniciação científica e de pesquisa e pós-graduação nas mais diversas áreas das Ciências Sociais e Humanas e das Ciências Sociais Aplicadas tais como Antropologia, Sociologia da Cultura, Filosofia, Turismo, Artes Cênicas, Administração, Serviço Social, Pedagogia, Letras Literatura, Cinema, Psicologia, Comunicação Social e História.
Ministrantes: Jane Meyre Silva Costa e Francisco Secundo Da Silva Neto
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 01 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 25

O primeiro desenvolvimento de metais amorfos, ou vidros metálicos, como foram chamados originalmente, ocorreu no início dos anos 60 e suas aplicações na eletroeletrônica se sucederam, até os dias atuais. Inicialmente, o campo de aplicações foi limitado em virtude da espessura muito fina dos materiais obtidos, da ordem de 10 μm. Alguns desses vidros metálicos de grandes volumes possuem um limite de resistência da ordem de 3000 MPa com boa resistência à corrosão, excelente tenacidade, resistência ao desgaste e boa conformabilidade. Os vidros metálicos de grandes volumes são agora utilizados em indústrias de consumo eletrônicos, indústrias de esportes, entre outras. Entretanto, com o desenvolvimento das pesquisas nesse campo, vidros metálicos de grandes volumes foram obtidos, principalmente por grupos de pesquisadores japoneses e americanos. Os vidros metálicos ou comumente conhecidos como Bulk Metallic Glasses (BMG´s) são materiais relativamente novos no campo de materiais metálicos, mas eles exibem uma excelente combinação de propriedades e capacidade de ser conformado na sua forma final. Os vidros metálicos possuem uma grande flexibilidade química, de estrutura atômica e superfície, eles oferecem a capacidade de fabricar peças com geometria complexa e com propriedades superiores comparado com outro material metálico. Neste minicurso vamos abordar temas de caráter teórico em solidificação, técnicas de obtenção de vidros metálicos e dá exemplos de algumas ligas com capacidade de formar vidros metálicos e suas propriedades mecânicas.
Ministrante: Walman Benicio De Castro
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 02 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 9

Este minicurso tem o objetivo de refletir as aproximações e interfaces legais e pedagógicas entre as atribuições do professor de sala de aula e do AEE. Para implementar politica pública procura-se conhecer o sentido, caráter e interesses do serviço do AEE no âmbito da educação especial na perspectiva inclusiva que requer análises e estudos de documentos, resoluções, notas técnicas, etc., para o conhecimento de proposta e intervenção. Esta proposta nasce análise da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, de 2008, concebe a inclusão como uma ação política, social, pedagógica e cultural em defesa do direito de todos em um sistema educacional inclusivo (BRASIL, 2008). A Educação Inclusiva consiste em um paradigma educacional que se apoia na concepção de direitos humanos ao considerar a igualdade de oportunidades e as diferenças individuais fundamentadas nos valores que não se separam, inseridos no contexto de uma sociedade democrática e contemporânea. Partindo desse pressuposto, o modelo de educação compreende que todas as crianças devem aprender e frequentar as mesmas escolas, com igualdade de oportunidades, em consonância as suas necessidades educacionais específicas. A educação brasileira tem diante de si o desafio de possibilitar o acesso e permanência dos alunos com deficiência (sensorial, física e intelectual), transtorno do espectro autista, altas habilidades na escola, na perspectiva inclusiva. A escola deve garantir o acesso, a participação e a aprendizagem desses alunos, oferecendo os serviços do Atendimento Educacional Especializado (AEE) em sala de recursos multifuncionais. A metodologia deste trabalho apresenta as seguintes etapas: dinâmica de apresentação e sensibilização; reflexões e análises da política pública brasileira sobre o AEE e dos recursos das Salas Multifuncionais; discussões em grupos de trabalhos acerca das interfaces formativas e pedagógicas entre os professores de sala de aula e do AEE, contribuindo com o processo de ensino e aprendizagem do aluno com deficiência com apoio do trabalho do AEE.
Ministrante: Ana Cristina Silva Soares
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 03 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 9

A consciência é uma potencialidade do ser humano que significa com conhecimento, inclusive de si mesmo, favorecendo um viver equilibrado no dia a dia das relações, através do processo contínuo de autotransformação e transformação social. Neste sentido, nos reportamos a Nóvoa, ao afirmar que o aprender contínuo é essencial e se concentra em dois pilares: a própria pessoa, como agente, e o lugar de crescimento profissional permanente. Os objetivos do minicurso são experimentar as possíveis contribuições do desenvolvimento da Consciência para a autotransformação; identificar que a transformação social é antecedida pela transformação individual; reconhecer a importância da investigação de si mesmo como meio para transformação. Quanto às etapas, o minicurso incluirá uma breve exposição teórica do tema, explanação da importância da realização de exercícios de centração, como reflexão, concentração, meditação, contemplação e sua referida prática, a partir de exemplos de animais. Durante o minicurso cada participante poderá praticar os exercícios, buscando experienciar o processo de autoinvestigação como pilar do autoconhecimento, de maneira dialética e reflexiva, com contribuições diretas para sua formação individual e profissional.
Ministrantes: Maribel Barreto e Juliana Andrade Costa
LOCAL: DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 11

O conhecimento das ferramentas que estão inseridas no contexto do ambiente administrativo financeiro é de fundamental importância tanto para acadêmicos da área de Administração, Contabilidade e Economia e áreas afins, quanto para quem está inserido no contexto profissional. Este curso tem como objetivo proporcionar aos participantes os conhecimentos práticos das funções básicas da calculadora HP 12-C. Para tanto, serão explicados alguns conceitos teóricos básicos e as aplicações práticas da calculadora, como operações matemáticas simples, porcentagem, operações com datas e operações com juros compostos. Desse modo, será utilizada uma metodologia expositiva prática com o auxílio de data show e um software que simula o uso da calculadora. Os participantes deverão portar uma calculadora financeira do modelo HP 12-C ou ter um smartphone com um programa que simule o uso da mesma (por exemplo, sugere-se o Touch Fin Calculadora [free]). O curso contribui para o entendimento prático das ferramentas básicas ligadas à gestão financeira, despertando o interesse naqueles que queiram ingressar ou seguir na área, de modo que esse conhecimento venha a contribuir para o processo de investigação e formação desses estudantes, servindo, em última instância, como um impulso na transformação do mundo no qual vivemos.
Ministrantes: Gilliard Santos Da Silva, Adriano Fleck De Paula Pessoa e Mara Rosalia Ribeiro Silva
LOCAL: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 05 DATA: 13/10/2017 HORÁRIO: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 32

A educação tem como princípios a formação e a informação, porém a informação que não é discutida e tratada impossibilita gerar conhecimento que seja capaz de promover a formação do indivíduo, portanto as informações socioeconômicas e ambientais geoespacializadas geram conhecimento para uma educação ambiental crítica. A geoinformação através do desenvolvimento de ferramentas como GPS Essentials deu início a uma nova era na utilização de dados geoespaciais, possibilitando o acesso e manuseio desses sistemas por usuários até então leigos em informações geográficas, que passaram a ter acesso às diversas partes do mundo, por meio de aplicações conjugadas de imagens de satélite, modelos digitais e sistema GPS, bastando ao usuário dispor de conexão com a internet. O número crescente de ações voltadas para a preservação e conservação do meio ambiente que demandam utilização da geoinformação faz com que o mercado demande profissionais especializados, capazes de desenvolverem novas aplicações e com habilidade de análise crítica na geração de dados. Nesse sentido, este minicurso objetiva contribuir na qualificação profissional quanto ao conhecimento teórico-prático da ferramenta geotecnológica GPS Essentials voltada ao planejamento e gestão. O Aplicativo GPS Essentials, disponível gratuitamente para qualquer smartphone com o sistema Android, possui as seguintes funções disponíveis: navegação, gerenciamento de pontos e rotas, entre outros. As etapas da atividade seguirão por uma breve introdução a geoinformação e a educação ambiental crítica, e, em seguida, serão apresentadas algumas funções do software GPS Essentials considerando problemas que podem ser tratados através desta integração, assim como, a realização de uma dinâmica de grupo para discussão e reflexão. Espera-se que através desta atividade todos se sintam convidados a investigar os problemas de sua cidade e a usar a geoinformação articulada com a educação ambiental para transformar o espaço em que vivem.
Ministrantes: Neuma Teixeira Dos Santos
Data: 13/10/2017 Horário: 08h00 às 12h00 Local: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 07

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 29

O número de matrículas de alunos público alvo da Educação Especial tem aumentado nas escolas brasileiras. Dentre estes alunos encontram-se aqueles com autismo ou com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA) que apesar de terem conseguido nos últimos anos ter maior acesso a educação continuam enfrentando dificuldades quanto à aprendizagem devido à falta de metodologias adequadas as suas necessidades educacionais especiais. O objetivo do minicurso é promover o desenvolvimento de metodologias que permitam compreender o processo de ensino e aprendizagem de conceitos por alunos que possuem autismo, mais especificamente, aqueles com autismo leve ou com Síndrome de Asperger, pois são os que estão em maioria nas salas de aula comuns em processo de inclusão. Inicialmente serão abordadas as principais características daqueles que possuem o autismo, como elas interferem em seu processo de ensino e aprendizagem e a forma como está sendo conduzida a questão da inclusão nos espaços escolares por meio das novas políticas públicas. Posteriormente será discutida como a concepção vygotskyana aliada à programação individual de tarefas pode promover a concretização desse objetivo por meio de um estudo de caso de um aluno com síndrome de Asperger em sua aprendizagem de conceitos. Ao final será conduzida em equipes uma análise do que foi observado no estudo de caso para a criação de uma metodologia que favoreça a aprendizagem de alunos autistas dentro de suas necessidades educacionais especiais e que principalmente valorize as suas potencialidades. O minicurso apesar de se enquadrar dentro da temática da educação permite que sejam vislumbradas várias facetas do problema da inclusão de pessoas com deficiência, de tal forma que outras áreas temáticas poderão ser conjugadas de forma interdisciplinar para solucionar esse problema.
Ministrantes: Paulo Victor Paula Loureiro
Data: 13/10/2017 Horário: 08h00 às 12h00 Local: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 08

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 9

O objetivo do minicurso será o estudo da qualidade físico-química de água de poço tubular antes e após a passagem da água pelo o uso de um filtro natural feito com casca de arroz. As atividades serão realizadas no Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE), campus de fortaleza (IFCE) no Laboratório de Química (LQ) ou em sala de aula. A coleta será realizada pelo o professor orientador e os bolsistas, onde em seguida serão realizadas as seguintes análises: pH, temperatura (ºC), alcalinidade (mg/L), acidez carbônica (em termo de CaCO3), cloro total, dureza total, de cálcio e magnésio (mg/L), cloretos (mg/L), o íon cloreto (Cl-) será realizado pelo método de mohl, cor aparente (uH), condutividade elétrica (µScm-1), cinzas (% Cz a 20°C), sólidos totais dissolvidos (ppm a 25°C) e odor. As análises serão determinadas de acordo com as normas analítica do Instituto Adolfo Lutz (BRASIL, 2008). Diante dos resultados obtidos serão concluídos se a água analisada está ou não de acordo com os padrões exigidos pela legislação Brasileira.
Ministrantes: Edmilson Dantas Da Silva Filho
Data: 13/10/2017 Horário: 08h00 às 12h00

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 19

O corpo, a voz e o som de forma geral são utilizados e vistos como veículos expressivos semânticos e poéticos, afetos da vida cotidiana, do lazer ao ofício. Profissionais os utilizam como elementos principais para a realização de seu trabalho, em especial os professores que potencializam seus fazeres por meio das nuances vocais aliadas à expressão corporal. Apesar da importância descrita, é possível perceber um desconhecimento de trabalhadores, acerca dos cuidados com a saúde vocal e potencialidade sonora. A fim de diminuir esse abismo cognitivo, está sendo desenvolvido o projeto de extensão “Experiências sonoro-criativas voltadas a formação docente”, coordenado pelo professor Alan Monteiro do IFPB campus Campina Grande. A proposta é oferecer uma vivência dialogada, que tem por objetivo a troca de experiências entre uma média de 30 participantes, tendo como público alvo licenciandos, docentes e demais interessados nas relações corpo-voz-som e processos de aprendizagem. O minicurso divide-se nas etapas: o que é voz-som?, anatomia e fisiologia do aparelho fonador, tipos de respiração, higiene e saúde vocal e exercícios sonoro-criativos voltados a formação docente. O objetivo é demonstrar a importância dos conhecimentos de cada estrutura do aparelho fonador, dos cuidados vocais: alongamento, aquecimento e desaquecimento, e demonstraremos formas de criação sonora e como isso pode potencializar a relação de aprendizagem nas mais diversas formas do conhecimento. Esses exercícios procuraram articular os envolvidos em suas áreas de atuação docente e técnicas de criação sonora como parâmetros sonoros, paisagem sonora e grammelot. Utilizaremos tanto objetos para exemplificar os conteúdos (bola de assopro, guarda-chuva), como também vídeos. O objetivo é ampliar a percepção do público para a saúde vocal, a geração do som e suas potencialidades como ferramenta pedagógica. Assim, a presente proposta de minicurso encontra-se afinada tanto a temática central do evento de “Investigar para transformar”, quanto a área temática especifica de práticas docentes: arte/música.
Ministrantes: Alan Carlos Monteiro Júnior
Data: 13/10/2017 Horário: 08h00 as 12h00 Local: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 09

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 29

Data: 13/10/2017 Horário: 08h00 as 12h00 Local: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 10

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 10

INTRODUÇÃO: A Metodologia da Pesquisa Científica é um conjunto de métodos que almejam buscar um novo conhecimento específico para solucionar problemas existentes em uma determinada área do conhecimento. No meio acadêmico desde os primeiros semestres os discentes são estimulados pelos professores a assimilarem e praticarem os princípios da metodologia científica. É essencial que os acadêmicos ainda na graduação dominem as etapas da pesquisa científica, pois ao final da graduação, os acadêmicos terão que apresentar seu trabalho de conclusão de curso (tcc), onde terão que demonstrar que conhecem sobre métodos científicos, e assim apresentando, uma fala formal dentro das exigências da linguagem acadêmica. Outro ponto que devemos ressaltar é escrita formal científica para além dos muros da universidade, o acadêmico na graduação tem também a obrigação de escrever trabalhos para eventos e revistas de cunho científico, seja nacional ou internacional. OBJETIVOS: Dialogar sobre os conhecimentos primordiais da metodologia da pesquisa científico, para os participantes do III Encontro Internacional de Jovens Investigadores; Apresentar os processos pertinentes à construção do conhecimento, identificar os diferentes tipos de pesquisas quanto a sua: abordagem, natureza, objetivos e procedimentos; Proporcionar a compreensão para que os participantes saibam selecionar a modalidade de pesquisa adequada ao objeto de estudo. METODOLOGIA: Será abordada por meio de uma apresentação explicativa e discursiva os seguintes assuntos: conceitos base da pesquisa científica; tipos de conhecimentos; métodos de pesquisa científico; tipos de pesquisas científicas (quanto a abordagem, natureza, objetivos, e os procedimentos técnicos); as etapas que compõe um projeto de pesquisa, trabalho de conclusão de curso; a importância do acadêmico envolvidos na pesquisa científica, além de que, as Metodologias Ativas serão trabalhadas para motivar ainda mais os participantes em todos os momentos. RESULTADOS E DISCUSSÕES: Este minicurso proporcionará uma gama de benefícios aos seus participantes, visto que, esta temática é de grande relevância para o meio acadêmico, todos os estudantes lato sensu ou stricto sensu necessitam conhecer sobre a metodologia da pesquisa científica para ser tornarem investigadores, pesquisadores ou cientistas na sua área de atuação. CONSIDERAÇÕES FINAIS. No cenário vigente, conhecer sobre metodologia da pesquisa científica é de grande valia, pois é através desta prática com experimentos, que conseguimos manter o dinamismo do conhecimento atualizado, todos os dias, o ser humano está descobrindo novos conhecimentos, por meio dos procedimentos científicos comprovável.
Ministrantes: Stela Lopes Soares, Ana Paula Mendes Santiago, Francisco Claudeci Faustino Teixeira
Data: 13/10/2017 Horário: 08h00 as 12h00 Local: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 11

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 8

Este minicurso, a partir das experiências do PIBID na escola, apresenta como proposta a vivência de atividades mediadas pela literatura no sentido de compreender a escola como espaço tempo de formação humana integral e comprometida com o desenvolvimento pleno do seu corpo docente/discente, vislumbrando a ampliação cultural como suporte indispensável aos processos de ensino e aprendizagem. Para tanto, objetiva-se: pensar a escola como espaço/tempo de autoconhecimento e conexões com a comunidade e com o mundo; aguçar a criatividade através da literatura para uma criação literária e artística individual e comunitária significativa e contextualizada; perceber a escola como lugar/tempo vivo de partilha para todos da comunidade em que a busca por uma condição humana melhor deve ser uma constante.
Ministrante: Veleida Maria Costa Couto, Irisclea Fiuza Leite
Data: 13/10/2017
Horário: 08h00 as 12h00
Local: Prédio C – Térreo – Bloco B – Sala 12

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 31

A proposta do minicurso “ROBÓTICA EDUCACIONAL UTILIZANDO LEGO MINDSTORMS NXT” pretende estimular uma experiência diferenciada sobre a robótica. Desta forma, pretende-se contribuir na formação educacional, profissional e no desenvolvimento do senso crítico e reflexivo. Oferecendo um minicurso de quatro horas de duração é possível que os participantes sejam incentivados a ampliarem seus conhecimentos na área temática de Engenharia, relacionando-os ainda com suas respectivas áreas de atuação. O minicurso busca colaborar com a consolidação dos conhecimentos elementares da Engenharia e da Robótica por meio da exposição de conceitos e de atividades didáticas envolvendo matemática, física, eletrônica e programação em blocos. A proposta é situar os participantes na área da Engenharia e seus afins, por meio de exposições, observações, análise, interpretação e de raciocínio lógico. Para a fixação do conhecimento apresentado serão desenvolvidas práticas didáticas. O conteúdo programático está dividido em cinco atividades básicas, utilizando o Kit didático LEGO, sendo elas: movimentação do robô para frente e para trás, programação para fazer o robô desviar de obstáculos, utilizando o sensor ultrassônico, utilização de outros sensores, como o sensor de toque, sensor de luz, sensor de cor e além de fazer o robô seguir uma linha (robô seguidor de linha). Portando, através do curso de robótica educacional será possível agregar valor ao ensino de forma mais sucinta e interativa com o público alvo, contribuindo com o ensino da tecnologia na educação e formação acadêmica dos participantes.
Ministrante: Auzuir Ripardo de Alexandria
Data: 13/10/2017
Horário: 08h00 as 12h00
Local: Prédio A – 1º Andar – Sala 101

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 25

Conforme Santos “Uma das formas de se manter autonomia é possuindo um discurso sobre si mesmo. Discurso que se faz muito mais significativo quando fundamentado no conhecimento concreto da realidade. (1983, p.17). Este minicurso tem como objetivo a compreensão do fenômeno do racismo e machismo em nossa sociedade, e especificamente a compreensão dos processos de construção de identidades de mulheres negras professoras. Surge especificamente a partir das demandas pessoais dessas professoras, que ancoradas no campo epistemológico da afrodescendência partem para a construção de um conhecimento socialmente referenciado que busca dar conta da realidade objetiva nas quais essas mulheres vivem e constroem suas práticas pedagógicas. Tem como sistemática olhar para as experiências de mulheres negras educadoras, suas experiências sociais e pessoais, para a construção de um repertório capaz de sistematizar práticas de resistência ao machismo e o racismo institucional presente nos espaços educacionais. Público Alvo: Mulheres Negras Professoras.
Ministrantes: Kássia Mota de Sousa, Juliana Santana, Murilo Breno Paiva Cordeiro
Data: 13/10/2017
Horário: 08h00 as 12h00
Local: PRÉDIO A – 1º ANDAR – SALA 102

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 34

Resumo: O presente minicurso se propõe a discutir questões preponderantes para a autoformação, os dilemas que envolvem o nexo dessa problemática com a modernidade e a importância do educador transformar as informações que estão submersas no cotidiano em conhecimento, propondo reflexões da identidade profissional de pesquisador. É comum na academia a busca desenfreada por um lattes de excelência sendo reflexo de uma sociedade produtivista, em que o conhecimento se torna mercadoria. Desse modo, tem-se naturalizado o “fazer” pesquisa sem propósito epistemológico característico, ou seja, muito do que se produz, não é constructo das vivências e experiências. Neste sentido, os/as clássicos estudados na literatura de diferentes áreas aprofundavam suas análises de mundo a partir dos contextos político, socioeconômico, cultural e educacional em que estavam inseridos. Sendo assim, observamos a necessidade de refletir sobre o contexto sociopolítico educacional em que vivemos e, as interfaces com as exigências para a “mega” produção acadêmica. Nesta perspectiva, o objetivo geral do minicurso é suscitar questionamentos nos participantes concernentes às suas produções: se estão sendo realizadas por modismos, interesse em possuir um currículo avolumado ou se tem a consciência do por que e para que se escreve; seria por pressão produtivista, obrigação acadêmica ou por deleite intelectual? Nesse percurso, outras problematizações serão debatidas com a intenção de socializar as experiências e vivências acadêmicas dos/as participantes, a exemplo do reconhecimento no processo da escrita; as intencionalidades e objetivos dessa escrita; o que se pretende alcançar além do currículo lattes; se há um reconhecimento nos trabalhos que produzem. Outrossim, teorias, ideologias e obediência cega às concepções de autores(as) sem criar reflexões próprias, seriam maneiras de avançar, pensar por si só, olhar o mundo, ter indagações e interferências como um ser ativo nesta práxis? São questões e reflexões a serem propostas neste minicurso.
Ministrantes: Aparecida Carneiro Pires, Miryan Aparecida Nascimento de Souza
Data: 13/10/2017
Horário: 08h00 as 12h00
Local: PRÉDIO A – 1º ANDAR – SALA 103

Carga Horária: 04

Vagas Disponíveis: 7

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